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The Guardian volta a falar da Lisbon Walker!

Tanto para portugueses como para estrangeiros, conhecer Lisboa é algo que gostamos de fazer e de dar a conhecer todos os dias. Dos vários passeios regulares, que fazemos diariamente às 10:00, em inglês, aquele que suscitou recentemente mais interesse ao jornal britânico The Guardian foi o nosso passeio Lendas e Mistérios.

Quem é o santo padroeiro de Lisboa?

Qual a maldição do judeu que eternizou a célebre expressão “as obras de Santa Engrácia”? Onde viveu o último carrasco de Lisboa? Passeando entre a Baixa e Alfama, vamos (re)descobrir uma Lisboa misteriosa e repleta de histórias por contar!

Tendo sido habitada desde há praticamente 3000 anos, a cidade a que hoje chamamos Lisboa ainda hoje reúne uma série de vestígios e legados das várias civilizações que por aqui passaram: fenícios, romanos, árabes… ainda assim, porque razão terá sido Ulisses o fundador de Lisboa?

No mundo da mitologia greco-romana não há impossíveis. Reza a lenda que Ulisses, o grande herói da Guerra de Tróia, eternizado por Homero, teria por aqui passado, numa das suas aventuras marítimas. Nestas terras, em tempos idos, existia um reino denominado Ofiusa, que era governado por serpentes. A sua rainha tinha cabeça e tronco humanos, porém com cauda de serpente. Não deixando de ter as características de serpente no seu interior, era um ser gentil e afável, com um grande poder de sedução, que atraía todos os que atracavam no seu reino. Nas suas longas viagens marítimas, Ulisses e os seus companheiros marinheiros e aventureiros passaram pelo Rio Tejo e, encantados com a sua beleza, por aqui ancoraram e passaram alguns dias.

Assim que viu Ulisses, a rainha apaixonou-se por ele. Assim, propôs-lhe que ficasse no seu reino, casando com ela. O herói, receando a sua fúria, fingiu-se enamorado para que a rainha deste modo permitisse que os seus companheiros desembarcassem e se instalassem em terra. Estes descarregaram material e ferramentas para começarem a erguer uma cidade, e abasteceram o seu barco para poderem prosseguir com a viagem.

Numa manhã, bem cedo, quando a rainha ainda se encontrava a dormir, Ulisses conseguiu enganá-la e fugir com os seus companheiros. Ao acordar, ao ver que tinha sido ludibriada, a rainha lançou-se da colina onde vivia e serpenteou até à praia para tentar alcançar o barco onde estava o seu amado. A sua longa cauda não lhe permitia mover-se com grande velocidade, no entanto conseguiu chegar até ao rio. Atrás de si, deixava no seu rasto as sete colinas que ainda hoje formam a cidade de Lisboa. Uma vez no rio, ainda nadou até ao mar, mas acabou por desistir, sem forças para continuar a perseguir Ulisses, que já se encontrava longe… Olissipo seria assim a denominação de Lisboa, como “a cidade de Ulisses”.

Tendo sido habitada desde há praticamente 3000 anos, a cidade a que hoje chamamos Lisboa ainda hoje reúne uma série de vestígios e legados das várias civilizações que por aqui passaram: fenícios, romanos, árabes… ainda assim, porque razão terá sido Ulisses o fundador de Lisboa?

No mundo da mitologia greco-romana não há impossíveis. Reza a lenda que Ulisses, o grande herói da Guerra de Tróia, eternizado por Homero, teria por aqui passado, numa das suas aventuras marítimas. Nestas terras, em tempos idos, existia um reino denominado Ofiusa, que era governado por serpentes. A sua rainha tinha cabeça e tronco humanos, porém com cauda de serpente. Não deixando de ter as características de serpente no seu interior, era um ser gentil e afável, com um grande poder de sedução, que atraía todos os que atracavam no seu reino. Nas suas longas viagens marítimas, Ulisses e os seus companheiros marinheiros e aventureiros passaram pelo Rio Tejo e, encantados com a sua beleza, por aqui ancoraram e passaram alguns dias.

Assim que viu Ulisses, a rainha apaixonou-se por ele. Assim, propôs-lhe que ficasse no seu reino, casando com ela. O herói, receando a sua fúria, fingiu-se enamorado para que a rainha deste modo permitisse que os seus companheiros desembarcassem e se instalassem em terra. Estes descarregaram material e ferramentas para começarem a erguer uma cidade, e abasteceram o seu barco para poderem prosseguir com a viagem.

Numa manhã, bem cedo, quando a rainha ainda se encontrava a dormir, Ulisses conseguiu enganá-la e fugir com os seus companheiros. Ao acordar, ao ver que tinha sido ludibriada, a rainha lançou-se da colina onde vivia e serpenteou até à praia para tentar alcançar o barco onde estava o seu amado. A sua longa cauda não lhe permitia mover-se com grande velocidade, no entanto conseguiu chegar até ao rio. Atrás de si, deixava no seu rasto as sete colinas que ainda hoje formam a cidade de Lisboa. Uma vez no rio, ainda nadou até ao mar, mas acabou por desistir, sem forças para continuar a perseguir Ulisses, que já se encontrava longe… Olissipo seria assim a denominação de Lisboa, como “a cidade de Ulisses”.

Venha conhecer esta e muitas mais histórias no nosso passeio Lendas e Mistérios!

Lendas e Mistérios: todas a terças-feiras, em inglês, às 10:00. Ponto de encontro na Praça do Comércio, em frente ao Posto de Turismo mais próximo da Rua do Arsenal. Cada bilhete custa de 15€ a 20€ (gratuito para menores de 12 anos).